sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mais de um milhão de crianças se vacinaram contra a pólio na Bahia


Esta sexta-feira (15) é o último dia da Campanha Nacional contra a doença. 
Salvador atingiu 82,27% da meta e Feira de Santana 93,59%.

 

Mais de um milhão de crianças com menos de cinco anos já foram vacinadas na primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite na Bahia. A campanha vacinal contra a doença, conhecida como paralisia infantil, termina nesta sexta-feira (15), em todo o país.
A campanha foi iniciada em 16 de junho deste ano e, após quase um mês, a Bahia atingiu 94,38% da cobertura, totalizando 1.019.972 até as 14h desta sexta. Para atingir a meta, é necessário que as demais 60.743 crianças se dirijam aos postos de saúde das cidades do estado para receberem a dose de proteção.
Até o momento, Salvador conseguiu vacinar 82,27% das crianças com menos de cinco anos, o que significa 208.492, de um total estimado de 253.434. Já Feira da Santana, a 100 km da capital, conquistou cobertura vacinal de 93,59%, o que corresponde a 69.830 crianças vacinadas, da meta de 74.616.
Os índices são baseados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI), do Ministério da Saúde. O objetivo da campanha nacional é estabelecer a proteção coletiva contra a doença.
A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informa que as unidades de saúde também estarão imunizando as crianças de um a seis anos, 11 meses e 29 dias contra o sarampo, para prevenir a entrada do vírus no território nacional. A campanha contra o sarampo será encerrada no dia 22 de julho deste ano.

Em encontro com estudantes, Lula volta a fazer críticas à imprensa


Ex-presidente e ministro da Educação criticaram cobertura sobre encontro.
Encontro da União Nacional dos Estudantes (UNE) ocorre em Goiânia.

 

 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer nesta quinta-feira (14) uma série de críticas à imprensa durante discurso no 52º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Goiânia. Lula e o ministro da Educação, Fernando Haddad, reclamaram de reportagens

 

Ao dirigir-se ao presidente da UNE, Augusto Chagas, Lula disse: “Não se preocupe com quem te chamou de chapa branca. Aquele jornal não cobre o Rio, não chega à Baixada Fluminense”. O ex-presidente disse ainda que os grandes jornais de São Paulo “pensam que são nacionais”, mas, segundo ele, não chegam a vinte quilômetros da capital paulista.

O Congresso da UNE recebeu patrocínio de empresas estatais como a Petrobras, a Eletrobrás e Caixa Econômica Federal, dos ministérios dos Transportes, do Turismo, da Educação e do Esporte, e da Prefeitura de Goiânia. Segundo o presidente da UNE, o evento custou R$ 3 milhões.

“Quando ligamos a televisão, tem propaganda de quem? Da Petrobras, da Caixa Econômica Federal. Eles financiam tudo. Para eles [imprensa] é democrático. Para vocês [UNE] é chapa branca”, afirmou o ex-presidente Lula.
O ministro da Educação também defendeu a UNE e afirmou que a consciência dos estudantes não pode ser comprada com “trocados”. “Quero fazer um desagravo em relação à UNE. Algumas pessoas pensam que bastam uns trocados para comprar a consciência dos estudantes. Estudante não se vende”, afirmou.

Divergências 
Lula disse, no discurso, estar “invocado”, porque “estou fora do governo há seis meses e eles [imprensa] não largam do meu pé”. Lula disse que a imprensa tentou criar divergência entre ele e a presidente Dilma Rousseff e reclamou do noticiário sobre sua presença em Brasília para resolver a crise entre governo e PMDB.

“Não há divergência. Quando fui a Brasília e tirei foto com os senadores, disseram que ela [Dilma] era fraca. O babaca que escreveu a matéria nunca deve ter sentado com a Dilma para conversar. Ela pode ter todos os defeitos do mundo, menos ser fraca”, disse o ex-presidente.

Lula reclamou também das reportagens que mostravam a diferença de estilos entre ele e a atual presidente. “Disseram que há diferenças entre eu e a Dilma, que somos diferentes. Não precisa ser um especialista para saber que ela é diferente de mim”.

Ministro dos Transportes afasta diretor-executivo do Dnit


Segundo jornal, empresa de mulher de José Sadok teria sido favorecida.
Ministro Paulo Passos determinou comissão disciplinar para apurar fatos.

 

O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, decidiu nesta sexta-feira (15) afastar temporariamente José Henrique Sadok de Sá, diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). Sadok  estava respondendo pela diretoria-geral do órgão. O afastamento ocorre após o jornal ''Estado de S.Paulo'' publicar que a construtora da mulher de Sadok teria faturado R$ 18 milhões para fazer obras em rodovias federais entre 2006 e 2011, vinculadas a convênios com o órgão.

O ministério dos Transportes também instituiu uma  comissão de processo administrativo disciplinar para apurar os fatos publicados pelo jornal. Além da diretoria-executiva, Sadok acumulou o cargo de diretor-geral do Dnit porque o titular, Luiz Antonio Pagot, foi afastado do cargo, mas está oficialmente em férias.
O governo determinou uma série de mudanças no ministério há duas semanas,quando a revista Veja publicou que havia um suposto esquema de superfaturamento em obras envolvendo servidores da pasta.A crise se agravou após suspeitas de que o filho do ministro tenha enriquecido ilicitamente em razão do cargo do pai.
A reportagem de "Veja" relatou que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
Dilma Rousseff determinou o afastamento da cúpula dos Transportes e, na semana seguinte, o ex-ministro Alfredo Nascimento pediu demissão do cargo. Ele foi substituído por Paulo Passos.
De acordo com o Ministério dos Transportes, Frederico Augusto de Oliveira Dias também foi afastado do Dnit por Paulo Sérgio Passos, após denúncia do jornal "Folha de S.Paulo" de que ele atuaria como assessor da Diretoria-Geral em reuniões com prefeitos e autoridades, apesar de nunca ter sido nomeado pelo governo.
Segundo o jornal, Frederico Augusto é definido como "boy" pelo diretor afastado do Dnit, Luiz Antonio Pagot, mas possui sala própria e e-mail oficial do órgão. Ainda de acordo com a reportagem, Frederico Augusto é filiado ao PR e foi indicado para o "cargo" pelo deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).
Confira a íntegra da nota:
"O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, decidiu afastar temporariamente o diretor Executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) que estava respondendo pela Diretoria Geral do órgão. Ao mesmo tempo, constituiu Comissão de Processo Administrativo Disciplinar para apuração dos fatos noticiados pelo jornal Estado de São Paulo, na edição do dia 15 de julho de 2011."


 

Santos negocia venda de Neymar para o Real, mas impõe condições


Clube alvinegro quer receber o valor integral da multa, entregar o craque só em julho de 2012 e ainda receber jogadores merengues por empréstimo

 

O Santos nega a venda de Neymar para o Real Madrid, por 40 milhões de euros,conforme noticiam jornais espanhois nesta sexta-feira. Isso não quer dizer, porém, que não vá haver um acordo entre os clubes em breve. Na última quarta-feira, houve um encontro entre o presidente alvinegro, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, e o mandatário do clube merengue, Florentino Pérez, em Paris, onde o santista passa férias.
O dirigente santista disse ao colega espanhol que o craque não está à venda, mas abriu a possibilidade de uma negociação. O Peixe aceita liberar Neymar, mas sob as seguintes condições: quer receber o valor integral da multa (45 milhões de euros) e entregá-lo após os Jogos Olímpicos de Londres, em julho. Além disso, para dar a prioridade ao Real na negociação, o Santos quer vantagens, como o empréstimo de alguns jogadores.
Para ter segurança em seu poder de barganha, o Santos tem a certeza de que o jogador e sua família estariam determinados a permanecer no Brasil por mais um ano. A família Neymar acredita que o craque está bastante valorizado, pretendido por clubes importantes e que essa situação não irá mudar nos próximos meses.
No início da próxima semana, um membro do Grupo Guia, formado por empresários santistas que dão apoio à diretoria do clube, irá à Espanha para conversar com Florentino Pérez sobre as intenções do Santos. O pai de Neymar, Neymar da Silva Santos, também deve ir. Pérez pediu para conversar com ele. O Peixe não se opõe ao encontro desde que seu representante participe. Se o Real Madrid aceitar as condições santistas, o acordo será fechado.
Empolgado com o Mundial
O empresário de Neymar, Wagner Ribeiro, confirma que Neymar não quer deixar o Santos neste momento. O jogador pretende, ao menos, terminar o ano na Vila Belmiro, para disputar o Mundial Interclubes. Por outro lado, afirma que será complicado convencer o Real.
- O Real quer a transferência imediata e eu não sei o que eles poderão falar se isso não acontecer. Desistir da negociação? Não sei. Só que esse é o desejo do Neymar. Ele tem o sonho de ser campeão mundial pelo Santos.
Ribeiro aproveitou para negar que o jogador já tenha sido vendido, como noticiam os espanhois.

O que falar dos Guerreiros?

Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. 

Como Fizeram os trezentos guerreiros. Se revestiam de armaduras e coragem, e devido ao seu codigo de honra, não desistiam nunca, nem em meio a um exercito devastador que possivelmente viria em sua frente. Liderados por seus generais eles enfrentam tudo e todos pelo direito a liberdade, e para que ninguem ousace tentar tirar isso deles. E um dia se depararam com um grande exercito, e uma grande batalha iria acontecer .Na frente estava um exercito, dos lados montanhas que os prendiam, voltar e desistir não é uma opção, eles sempre segueim am frente. Usaram as montanhas que estavam lhes cercando como estratégia para vencer o exercito inimigo, eram milhões contra apenas 300, mas eles não desistiram. Mostraram que as vezes poucos vecem muitos, e que a estratégia usada é que define essa vitória.
Não é diferente nos dias de hoje, aconteceram diversas batalhas para que nós tivessemos o direito a liberdade, ao voto, para vencer as ditaduras. Grandes e honrosos homens e mulheres, não satisfeitos com o opressão que lhe imporam, foram a luta, e não deistiram, mostraram para nós que é com batalhas e estratégias que se consegue a vitória. Não precisamos pintar nossos rostos de verde e amarelo, nem usar armas, por que nossa tinta verde e amarela são as leis que nós acolhem, e se essa tinta não funciona, e chega a hora de usarmos nossas armas, a união de todos formando um grande canhão de palavras e gestos, buscando não só o nosso bem, mas o bem geral.
Barrochences vamos lutar e decidir o nosso futuro. Só governa nossa cidade quem nós queremos, e até quando quisermos que ele governe. Quem se levanta contra o pova, acaba caido no chão.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Saiba como as leis são aprovadas no Congresso

Uma proposta pode ser apresentada ao Congresso pelo presidente da República, pelo Poder Judiciário, pelo procurador-geral da República e por iniciativa popular
As leis do país são feitas e fiscalizadas no Senado e na Câmara dos Deputados, que juntos formam o Congresso Nacional. Mas não são apenas os deputados e os senadores que podem criar uma lei. Uma proposta pode ser apresentada ao Congresso pelo presidente da República, pelo Poder Judiciário, pelo procurador-geral da República e por iniciativa popular.
Existem seis diferentes tipos de lei que tramitam (nome dado ao período entre análise e aprovação de uma lei) no Congresso. A primeira e mais comum é a lei ordinária, que trata de regras mais gerais sobre determinado assunto.
A segunda lei é a complementar, que serve para explicar ou complementar algo que está da Constituição.
Apesar da semelhança, a lei complementar é diferente da proposta de emenda à Constituição, conhecida como PEC. O propósito da PEC é modificar alguma norma da Constituição. Outro tipo de lei é a resolução, usada para definir normas internas e de interesse do Congresso, como conceder afastamento a senadores e deputados.
Existe ainda o decreto legislativo. Também de uso exclusivo do Congresso, sua função é regulamentar tratados, acordos internacionais que comprometam o patrimônio do país e autorizar o presidente da República a declarar guerra ou paz a outra nação.
Além dos projetos de lei ordinária e complementar, o presidente da República pode encaminhar ao congresso uma MP, abreviação para medida provisória. A MP é conhecida por sua urgência. Assim que o presidente assina uma medida provisória, ela entra em vigor imediatamente.
Apesar de não precisar da aprovação imediata do Congresso, as MPs precisam ser votadas em até 120 dias para se tornar lei. Se os parlamentares não analisarem a medida nesse período, a MP impede a votação de outros projetos de lei e passa a ser o primeiro item da fila de votação.
Essa regra mudou provisoriamente. É que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), entendeu que alguns tipos de projetos - como leis complementares e PECs - não poderiam ser editados por medida provisória, por isso as MPs não trancam mais a pauta para esses projetos.
Como essa decisão foi questionada no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Celso de Mello concedeu uma liminar aprovando a interpretação de Temer. Mas a decisão final sobre o assunto ainda será tomada pelo STF, que ainda não escolheu uma data para analisar o caso.
Com raras exceções - como no caso das MPs -, as leis costumam demorar muito para serem aprovadas no Congresso. Mas a velocidade para sua aprovação depende de muito fatores, como lobby, mobilização da sociedade, interesse dos parlamentares, dos partidos políticos e da disposição do governo.
Antes de chegar ao plenário, todo projeto percorre um longo caminho: primeiro ele é analisado por uma comissão técnica. Se o projeto for sobre Imposto de Renda, por exemplo, ele é avaliado pela Comissão de Finanças. Nessas comissões, cada projeto tem um relator, o parlamentar responsável por sugerir mudanças, rejeitar ou aprovar o projeto.
Todas as propostas passam pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que avalia se elas estão de acordo com a Constituição. Muitos projetos são votados já nas comissões, enquanto outros vão para avaliação no plenário.
A ordem dos projetos a serem votados é definida pelo presidente da Casa, que decide só depois de ouvir as lideranças dos partidos. Na maioria das vezes, essa votação é simbólica, quando os parlamentares, em grupo, aprovam ou rejeitam a proposta. Em outros casos a votação é nominal, parlamentar por parlamentar.
Depois de aprovado pela Câmara, o projeto segue para avaliação do Senado. A proposta só faz o caminho contrário quando é apresentado por algum senador. Depois de passar por senadores e deputados, o presidente da República tem de assinar o projeto para que ele se torne lei, a sanção.
Ele também pode vetar total ou parcialmente o projeto. Se isso acontecer, os parlamentares têm o direito de confirmar ou derrubar o veto presidencial em uma sessão com voto secreto.
Existem alguns artifícios para acelerar a aprovação de um projeto de lei. O Executivo, por exemplo, pode pedir urgência em alguma proposta de sua iniciativa. Nesse caso, ele tem de ser votado em até 45 dias. Se isso não acontecer, o projeto em urgência passa na frente dos outros, e nenhum pode ser votado antes, assim como acontece com as medidas provisórias.
Todo esse processo de tramitação é público. As sessões são transmitidas pela TV, enquanto os projetos e pareceres são impressos e estão acessível nos sites da Câmara e no Senado. Para saber como anda a tramitação de um projeto, também é possível ligar no 0800 619679.


UESC DEFINE SE ADERE AO ENEM

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) define no final deste mês se adere ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), do Ministério da Educação ainda neste ano, conforme apurado por este blog. O assunto será avaliado durante reunião do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da universidade.

Caso a adesão seja aprovada de imediato, a instituição acaba com o vestibular de 2012 e somente aqueles estudantes que passarem pelo crivo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderão concorrer às 1.460 vagas nos 33 cursos de graduação da Uesc. Ou seja, o ingresso na faculdade dependerá do desempenho do candidato no Enem de 2011, cujas provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro. Com informaçõe sdo Pimenta na Muqueca.